Psicopedagogia para TEA

Atualizado: Fev 25








Atendimento especializado para crianças e adolescentes dentro do espectro autista.

Inicialmente são realizadas entrevistas com os pais, onde a criança ou o adolescente não está presente. Importante enviarem com antecedência por e-mail cópia de laudos, relatórios, etc., que porventura já possuam de outros processos avaliativos. Muitas vezes a criança e/ou adolescente já está sendo acompanhando por psicólogo, terapeuta ocupacional, fonoaudióloga, neurologista, etc.

Muitas crianças dentro do espectro autista são alfabetizadas sem problemas. Entretanto, outras apresentam dificuldades, sendo que o próprio colégio indica um acompanhamento mais individualizado ou os próprios pais buscam este caminho de uma avaliação e intervenção especializada.

Após as entrevistas com os pais, a profissional realizará algumas sessões com o avaliando - é o processo avaliativo. Serão avaliadas várias funções cognitivas, habilidades etc. São utilizados testes psicológicos, psicopedagógicos, sondagem do processo de aprendizagem, jogos, etc.

No caso de crianças que estão com dificuldades no processo de alfabetização, a psicopedagoga irá identificar se há alterações das habilidades que envolvem o processo de aprendizagem e uma avaliação comportamental que também pode estar prejudicando o processo de aprendizagem.

Sabemos que a comunicação e a linguagem são aspectos importantes dentro do espectro. O levantamento de informações destes precursores desde o nascimento é imprescindível para o processo de alfabetização: primeiras palavras, uso olhar, sorriso, movimentos antecipatórios, atenção conjunta e compartilhada, apontar e olhar, imitação espontânea, etc. Em algumas crianças, estes precursores devem ser estimulados terapeuticamente para elas serem alfabetizadas.

A criança com TEA precisa desenvolver algumas habilidades para que seu processo de alfabetização ocorra: visoespaciais, compreender e expressar a linguagem, percepção visual e localização no espaço, simbolizar, memorizar, evocar a informação aprendida, etc.

Como escrito acima, muitas crianças com TEA conseguem ser alfabetizadas, mas podem apresentar outras dificuldades no seu processo de aprendizagem. Cada caso é único, e assim deve ser visto no processo avaliativo e interventivo.

Ao final do processo avaliativo, é explicado aos pais todo o processo e é sugerido o processo interventivo.

Durante o processo avaliativo e interventivo a parceria com o colégio é fundamental.

No caso de adolescentes já alfabetizados e com grau leve de autismo, por exemplo, são comuns a necessidade de serem trabalhadas outras estratégias para contribuir no seu processo de aprendizagem: integração das partes para compreensão de um todo, interpretação de texto, rotinas de estudos, atenção e concentração, etc. Sempre após um período avaliativo.


Adriana Martins Ferreira

Psicóloga CRP 08/4536

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